A eCoopertec filial Rio de Janeiro realizou mais um grande treinamento de tecnologia para seus empreendedores no último dia 03/03. Contando com cerca de 400 pessoas presentes, todos tiveram a oportunidade de aumentar seus conhecimentos, com um dos maiores nomes da atualidade, quando o assunto é comércio eletrônico, o Prof. Dailton Felipini.
Dailton Felipini ministrou treinamento com o Tema: “Google Top 10″, o mesmo tema do último livro de sua autoria, que fora lançado justamente neste encontro promovido pela eCoopertec.
Na ocasião, Dailton tratou de temas como:
- otimização de lojas virtuais e sites no google;
- o que representa uma página top – 10 no google;
- otimização de sites S.E.O;
- ações de otimização;
- como escolher palavras-chaves;
Entre outros tantos assuntos.
Isso demonstra mais uma vez, o quanto a eCoopertec está focada em proporcionar a todos os seus empreendedores o que há de melhor no mercado, não apenas no que tange a tecnologia, mas também proporcionar informações fundamentais para que todos possam obter os melhores resultados tecnológicos constantemente.
Veja abaixo, video do evento:
Dailton Felipini é uma referência no Brasil quando o assunto é e-commerce. É graduado mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, e trabalhou em inúmeras empresas de pequeno e grande porte, inclusive na IBM em Nova York. Atua na área de e-commerce desde 2001, quando iniciou suas pesquisas acadêmicas sobre e-commerce, tornando-se um especialista no assunto. Possui cinco livros no formato digital e cerca de uma centena de artigos já publicados na Internet e mídia impressa. É consultor, professor de Comércio Eletrônico, palestrante e editor do site www.e-commerce.org.br
Veja fotos deste treinamento em: www.ecoopertecrj.com.br
terça-feira, 9 de março de 2010
No Dia Internacional da Mulher, uma reflexão sobre o papel feminino no e-commerce
Nada mais adequado, em pleno Dia Internacional da Mulher, que comentarmos os resultados da 19ª edição do Relatório Web Shoppers, publicado pelo e-bit, que revela que as mulheres já são responsáveis por 51% das compras do comércio eletrônico brasileiro.

A mudança no perfil dos e-consumidores vai de encontro a uma tendência que deve ser observada com atenção: o mercado do e-commerce passa a ser caracterizado por um volume maior de compras de produtos com preços cada vez menores, se aproximando do perfil de consumo geral da população brasileira. Trata-se de um reflexo da popularização da atividade, que oferece variedade crescente de produtos e chega ao alcance de cada vez mais pessoas.
O que a pesquisa mostra é um crescimento substancial na venda de produtos das categorias beleza, saúde, moda e acessórios, que precisam ser tratadas com cuidado especial e representam uma demanda que quer ser atendida, uma oportunidade de negócio. Nos Estados Unidos, por exemplo, em que as mulheres são responsáveis por 63% das compras online, algumas marcas já trabalham procedimentos especiais para a divulgação de produtos e serviços que querem estar mais alinhados com o mercado feminino. É preciso saber como familiarizar o ambiente da web à sensibilidade das mulheres, não só por uma questão de negócio, mas de reconhecimento.
Basear-se nos parâmetros femininos para aperfeiçoar o seu negócio é uma boa ideia. Mais críticas, exigentes e atentas aos diferenciais, as mulheres são seletivas e costumam ter um cuidado maior na hora de comprar, seja na internet ou numa loja física. Preparado para atender aos critérios delas, seu e-commerce estará pronto para tudo!
Nossos parabéns a todas as mulheres neste 8 de março, em especial às cooperadas eCoopertec, que confirmam na prática o que as pesquisas dizem na teoria: a garra feminina nos surpreende dia após dia!
Créditos: www.cooperblog.com.br

A mudança no perfil dos e-consumidores vai de encontro a uma tendência que deve ser observada com atenção: o mercado do e-commerce passa a ser caracterizado por um volume maior de compras de produtos com preços cada vez menores, se aproximando do perfil de consumo geral da população brasileira. Trata-se de um reflexo da popularização da atividade, que oferece variedade crescente de produtos e chega ao alcance de cada vez mais pessoas.
O que a pesquisa mostra é um crescimento substancial na venda de produtos das categorias beleza, saúde, moda e acessórios, que precisam ser tratadas com cuidado especial e representam uma demanda que quer ser atendida, uma oportunidade de negócio. Nos Estados Unidos, por exemplo, em que as mulheres são responsáveis por 63% das compras online, algumas marcas já trabalham procedimentos especiais para a divulgação de produtos e serviços que querem estar mais alinhados com o mercado feminino. É preciso saber como familiarizar o ambiente da web à sensibilidade das mulheres, não só por uma questão de negócio, mas de reconhecimento.
Basear-se nos parâmetros femininos para aperfeiçoar o seu negócio é uma boa ideia. Mais críticas, exigentes e atentas aos diferenciais, as mulheres são seletivas e costumam ter um cuidado maior na hora de comprar, seja na internet ou numa loja física. Preparado para atender aos critérios delas, seu e-commerce estará pronto para tudo!
Nossos parabéns a todas as mulheres neste 8 de março, em especial às cooperadas eCoopertec, que confirmam na prática o que as pesquisas dizem na teoria: a garra feminina nos surpreende dia após dia!
Créditos: www.cooperblog.com.br
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Case de Sucesso - eCoopertec
Sonhar é bom, realizar é melhor ainda!
Com essa frase duas cooperadas da nossa filial Salvador vem conquistando e realizando cada vez mais sonhos!
Acreditanto, aprendendo e trabalhando, Anne e Sandra hoje são duas empresárias de muito sucesso, reconhecimento que veio através do excelente portal de negócios que criaram para a cidade de Candeias.
O site conta com informações pertinentes aos cidadãos de Candeias, notícias, entretenimento e muita divulgação do comércio de Candeias.
Vejam no vídeo abaixo como essas cooperadas prosperaram!
Com essa frase duas cooperadas da nossa filial Salvador vem conquistando e realizando cada vez mais sonhos!
Acreditanto, aprendendo e trabalhando, Anne e Sandra hoje são duas empresárias de muito sucesso, reconhecimento que veio através do excelente portal de negócios que criaram para a cidade de Candeias.
O site conta com informações pertinentes aos cidadãos de Candeias, notícias, entretenimento e muita divulgação do comércio de Candeias.
Vejam no vídeo abaixo como essas cooperadas prosperaram!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Informativo Tecnologia - eCoopertec
Loja tradicional de armarinho amplia vendas pela internet
Em 2008, a empresa decidiu aderir ao comércio eletrônico, que hoje representa 17% das vendas
Por Adriana Fonseca
Os irmãos Cristiano, Adriano e Renato (da esq. p/ a dir.): estratégia de levar a empresa para a internet deu certo. Hoje, 17% das vendas vêm deste canal
Os pais de Renato Lívio Nery Nunes não entendiam nada de linhas, agulhas, lãs e tecidos. Mesmo assim, decidiram apostar neste ramo para ganhar a vida. Era 1991, e a tia de Renato, Maria Gecília, afirmava que faltavam lojas do ramo de armarinhos em São José dos Campos, no interior paulista. A família confiou na percepção de Maria Gecília e abriu a ClickFios. “No começo foi bem difícil, porque não conhecíamos os produtos que vendíamos na loja”, relembra Renato. “O que sabemos hoje, a gente aprendeu com nossos clientes.”
Na época, Renato tinha 17 anos e seus irmãos, 14 e 11. “Ajudávamos meus pais com as vendas e só depois passamos a auxiliar na administração”, afirma Renato, que hoje tem a função de administrador geral e cuida de todas as áreas da empresa. O negócio prosperou, apesar da falta de conhecimento da família. Hoje são duas lojas físicas, uma virtual, 18 funcionários e um crescimento de 20% em 2008.
A ClickFios colocou um pé na internet no ano passado. Renato conta que a empresa já tinha um site institucional e, por conta dele, recebia e-mails de pessoas de diversas partes do país perguntando como faziam para comprar os produtos da empresa. “Foi aí que decidimos entrar no comércio eletrônico.” Uma empresa foi contratada para desenvolver o site, que começou bem menor do que a loja física. “Temos cerca de 10 mil itens na loja de São José dos Campos e 2 mil na loja da internet”, diz Renato. Segundo o empresário, a ideia é aumentar a oferta de produtos, mas tem que ser aos poucos. “Leva tempo para fotografar os artigos e tratar as imagens para colocar no site. Além disso, precisamos aumentar o estoque dos produtos que oferecemos na internet, para dar conta de atender a demanda.”
A loja virtual responde, hoje, por 17% das vendas da ClickFios. A maior parte disso é resultado da venda direta pela internet, mas uma parcela desse número começa na web e termina no telefone. “Nossa loja virtual também funciona como vitrine. Hotéis, por exemplo, que compram em maior quantidade, identificam os produtos que querem na nossa página e ligam para concretizar a compra”, explica Renato. A ClickFios tem mais de 2 mil clientes cadastrados. Destes, 1.300 já realizaram uma compra e 900 compraram mais de uma vez. A empresa entregou seus produtos me mais de 471 cidades brasileiras.
A divulgação da loja virtual é feita na própria internet. “Temos parcerias com blogs de artesanato e costura e com os sites dos nossos fornecedores. Eles linkam a ClickFios e geram tráfego para a nossa página.”
Em 1991, ainda adolescentes, Renato e seus irmãos ajudavam os pais no armarinho recém aberto em São José dos Campos (SP).
Fonte: PEGN
Em 2008, a empresa decidiu aderir ao comércio eletrônico, que hoje representa 17% das vendas
Por Adriana Fonseca
Os irmãos Cristiano, Adriano e Renato (da esq. p/ a dir.): estratégia de levar a empresa para a internet deu certo. Hoje, 17% das vendas vêm deste canal
Os pais de Renato Lívio Nery Nunes não entendiam nada de linhas, agulhas, lãs e tecidos. Mesmo assim, decidiram apostar neste ramo para ganhar a vida. Era 1991, e a tia de Renato, Maria Gecília, afirmava que faltavam lojas do ramo de armarinhos em São José dos Campos, no interior paulista. A família confiou na percepção de Maria Gecília e abriu a ClickFios. “No começo foi bem difícil, porque não conhecíamos os produtos que vendíamos na loja”, relembra Renato. “O que sabemos hoje, a gente aprendeu com nossos clientes.”
Na época, Renato tinha 17 anos e seus irmãos, 14 e 11. “Ajudávamos meus pais com as vendas e só depois passamos a auxiliar na administração”, afirma Renato, que hoje tem a função de administrador geral e cuida de todas as áreas da empresa. O negócio prosperou, apesar da falta de conhecimento da família. Hoje são duas lojas físicas, uma virtual, 18 funcionários e um crescimento de 20% em 2008.
A ClickFios colocou um pé na internet no ano passado. Renato conta que a empresa já tinha um site institucional e, por conta dele, recebia e-mails de pessoas de diversas partes do país perguntando como faziam para comprar os produtos da empresa. “Foi aí que decidimos entrar no comércio eletrônico.” Uma empresa foi contratada para desenvolver o site, que começou bem menor do que a loja física. “Temos cerca de 10 mil itens na loja de São José dos Campos e 2 mil na loja da internet”, diz Renato. Segundo o empresário, a ideia é aumentar a oferta de produtos, mas tem que ser aos poucos. “Leva tempo para fotografar os artigos e tratar as imagens para colocar no site. Além disso, precisamos aumentar o estoque dos produtos que oferecemos na internet, para dar conta de atender a demanda.”
A loja virtual responde, hoje, por 17% das vendas da ClickFios. A maior parte disso é resultado da venda direta pela internet, mas uma parcela desse número começa na web e termina no telefone. “Nossa loja virtual também funciona como vitrine. Hotéis, por exemplo, que compram em maior quantidade, identificam os produtos que querem na nossa página e ligam para concretizar a compra”, explica Renato. A ClickFios tem mais de 2 mil clientes cadastrados. Destes, 1.300 já realizaram uma compra e 900 compraram mais de uma vez. A empresa entregou seus produtos me mais de 471 cidades brasileiras.
A divulgação da loja virtual é feita na própria internet. “Temos parcerias com blogs de artesanato e costura e com os sites dos nossos fornecedores. Eles linkam a ClickFios e geram tráfego para a nossa página.”
Em 1991, ainda adolescentes, Renato e seus irmãos ajudavam os pais no armarinho recém aberto em São José dos Campos (SP).
Fonte: PEGN
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Case de Sucesso | eCoopertec
Luis Felipe Baranda está na eCoopertec por confiar na proposta da cooperativa. Por conta disso já colhe bons frutos do seu trabalho. O empreendedor, de 24 anos, mora no Rio de Janeiro e atualmente é responsável pelo site ANÚNCIO FÁCIL RJ, especializado em oferecer todos os tipos de anúncio virtual para diversas empresas, lojas, eventos, entre outros.
Para divulgar o serviço, Luis Felipe já fechou parcerias com outros sites, faz divulgação com panfletos, carros de som, outdoor, além do famoso boca a boca. O site está em constante crescimento. Prova disso é que ele fechou, recentemente, negócio com o empresário do sambista Dudu Nobre e também, com o grupo Fundo de Quintal.
“A propaganda que eu faço é muito forte e não tenho dúvidas de que o meu site vai continuar a se expandir. Conheço muitos empresários de sucesso e isso me ajuda muito”, afirma Felipe, que tem mais planos para o futuro.
Uma de suas metas é montar, em breve, uma loja virtual especializada em vender equipamentos de campings e acessórios para praticar esportes radicais. Tudo voltado para os admiradores de aventura. A escolha por produtos desse segmento é porque para ele, o segredo é ser diferente e apostar num ramo que não tem muitas opções ou concorrentes.
Luis Felipe acredita que graças a eCoopertec conseguiu ter mais estabilidade na vida financeira, sem precisar ter patrão. Ele trabalha por conta própria e é dono do seu horário e responsável por seu salário.
“Quanto mais eu trabalho, mais eu ganho”, finaliza com empolgação.
Texto extraído de www.sucessocooperado.com.br
Para divulgar o serviço, Luis Felipe já fechou parcerias com outros sites, faz divulgação com panfletos, carros de som, outdoor, além do famoso boca a boca. O site está em constante crescimento. Prova disso é que ele fechou, recentemente, negócio com o empresário do sambista Dudu Nobre e também, com o grupo Fundo de Quintal.
“A propaganda que eu faço é muito forte e não tenho dúvidas de que o meu site vai continuar a se expandir. Conheço muitos empresários de sucesso e isso me ajuda muito”, afirma Felipe, que tem mais planos para o futuro.
Uma de suas metas é montar, em breve, uma loja virtual especializada em vender equipamentos de campings e acessórios para praticar esportes radicais. Tudo voltado para os admiradores de aventura. A escolha por produtos desse segmento é porque para ele, o segredo é ser diferente e apostar num ramo que não tem muitas opções ou concorrentes.
Luis Felipe acredita que graças a eCoopertec conseguiu ter mais estabilidade na vida financeira, sem precisar ter patrão. Ele trabalha por conta própria e é dono do seu horário e responsável por seu salário.
“Quanto mais eu trabalho, mais eu ganho”, finaliza com empolgação.
Texto extraído de www.sucessocooperado.com.br
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Tutorial eCoopertec - Climatempo
Tutorial que ensina ao Cooperado como inserir o Climatempo (previsão do tempo) em seu site.
Tecnologia eCoopertec informando os cooperados!
Acesse também www.ecoopertecrj.com.br
Tecnologia eCoopertec informando os cooperados!
Acesse também www.ecoopertecrj.com.br
EAD eCoopertec
Um site fantástico que vem constantemente oferecendo recursos para os cooperados ecoopertec, é o EAD, assim, passo a reproduzir os vídeos lá publicados, como forma de ajudar os cooperados a desenvolver seus produtos na maior amplitude possível!
Tecnologia eCoopertec, informando os cooperados!
Tecnologia eCoopertec, informando os cooperados!
Vendas virtuais crescem 28% no Natal de 2009
Pesquisa da consultoria e-bit mostra que o comércio eletrônico movimentou R$ 1,6 bilhão neste fim de ano
Da redação
Os donos de lojas virtuais devem estar contentes com o resultado do Natal deste ano. Dados da consultoria e-bit mostram que as vendas virtuais cresceram 28% entre 15 de novembro e 24 de dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado. O comércio eletrônico movimentou R$ 1,6 bilhão neste fim de ano. “Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.
Para atender a demanda de Natal, as lojas virtuais tiveram que se programar. De acordo com Guasti, sem uma estrutura e logística adequadas ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino. “O volume de pedidos nessa época é intenso, por isso um planejamento antecipado por parte das lojas é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas.”
Neste Natal, o consumidor preferiu presentear com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, artigos de informática e eletrodomésticos. Até poucos anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CD´s e DVD´s, segundo a e-bit. A categoria campeã de audiência neste ano foi Livros, seguida por Eletrodomésticos, ainda bastante impulsionada pela redução do IPI, e Saúde, beleza e medicamentos. Informática e Eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking.
O pico das vendas natalinas, de acordo com a consultoria, ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.
Fonte: Revista PEGN
Informativo eCoopertec
Da redação
Os donos de lojas virtuais devem estar contentes com o resultado do Natal deste ano. Dados da consultoria e-bit mostram que as vendas virtuais cresceram 28% entre 15 de novembro e 24 de dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado. O comércio eletrônico movimentou R$ 1,6 bilhão neste fim de ano. “Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.
Para atender a demanda de Natal, as lojas virtuais tiveram que se programar. De acordo com Guasti, sem uma estrutura e logística adequadas ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino. “O volume de pedidos nessa época é intenso, por isso um planejamento antecipado por parte das lojas é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas.”
Neste Natal, o consumidor preferiu presentear com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, artigos de informática e eletrodomésticos. Até poucos anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CD´s e DVD´s, segundo a e-bit. A categoria campeã de audiência neste ano foi Livros, seguida por Eletrodomésticos, ainda bastante impulsionada pela redução do IPI, e Saúde, beleza e medicamentos. Informática e Eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking.
O pico das vendas natalinas, de acordo com a consultoria, ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.
Fonte: Revista PEGN
Informativo eCoopertec
domingo, 3 de janeiro de 2010
Estética Carioca

Idealizado pelas cooperadas Paula Kengen e por Raquel Almeida, o site www.esteticacarioca.com.br, vem mostrando mais uma vez que criatividade e atitude podem realmente transformar idéias em cases de sucesso.
Com muitos anúncios, as cooperadas vem colhendo sólidos resultados com seu site.
Visitem: www.esteticacarioca.com.br.
É a tecnologia eCoopertec proporcionando resultados aos cooperados
RN Digital

Quando estamos falando de cases de sucesso tecnológico na ecoopertec, muitos merecem ser citados, mas alguns merecem atenção especial.
Um deles é a loja virtual do cooperado Rodney de Jesus. Trata-se da www.rndigital.com.br , loja virtual revenda autorizada express, que vem proporcionando sólidos resultados o cooperado carioca.
Não deixem de visitar: www.rndigital.com.br
O Mercado da Internet
Por Dailton Felipini
O termo “Mercado” tem sua origem nos antigos locais na Idade Média onde compradores e vendedores se reuniam para trocar e comercializar produtos. Atualmente o termo pode ter significados distintos como “mercado financeiro” “mercado internacional” “mercado da soja” entre outros, indicando um conjunto de compradores e vendedores de um determinado produto.
Do ponto de vista do Marketing, um mercado representa o “conjunto de compradores reais e potencias de determinado produto”, ou seja, o mercado é composto por todas as pessoas dentro de um espaço geográfico que já consomem o produto que vamos oferecer, ou que podem vir a consumi-lo. Trazendo o conceito para a Internet, podemos considerar que o mercado global para o e-commerce é composto pelos internautas que já realizam compras ou que podem vir a fazê-lo, tendo em vista que possuem acesso a Internet. No caso brasileiro isso significa cerca de 50 milhões de internautas, o que, convenhamos, representa uma quantidade expressiva de consumidores.
Segmentação de Mercado.
Para a maioria dos empreendedores, todo o mercado é muito amplo, então deve-se definir com clareza o segmento de mercado em que se pretende atuar. Normalmente um mercado pode ser subdividido em diferentes grupos de consumidores que possuem características semelhantes. Existem diversas maneiras de segmentar o mercado, o quadro abaixo mostra algumas delas.
SEGMENTAÇÃO NO MERCADO – VAREJO (B2C)
DIVISÃO
VARIAVEIS
EXEMPLOS
GEOGRÁFICA
PAIS
REGIÃO
ESTADO
MUNICIPIO
Brasil
Sudeste, litoral.
São Paulo
Brasília
DEMOGRÁFICAS:
IDADE
SEXO
RAÇA
ESCOLARIDADE
RELIGIÃO
RENDA
PROFISSÃO, Área
18 a 35 anos
Feminino
Negra, Nipônica.
Graduação
Católica, Evangélica.
Acima de 10 SM
Médicos
PSICOGRÁFICA
CLASSE SOCIAL
PERSONALIDADE
“A” e “B”
Empreendedores
Note que a segmentação geralmente ocorre cruzando-se mais de uma variável, por exemplo: uma determinada loja virtual vende produtos de beleza direcionados às mulheres, brasileiras e de raça negra. Esse é o público que será o alvo de todo o esforço mercadológico da loja virtual. A definição clara de quem é o público-alvo é de fundamental importância para o sucesso do empreendimento e deve ser feita já na fase de planejamento. A partir dessa definição, toda a comunicação da loja virtual, a abordagem utilizada, o visual do site, os atributos dos produtos oferecidos, entre outras variáveis, deverão ser trabalhados tendo em vista o perfil do público que se pretende atingir, mesmo que posteriormente sejam necessários ajustes para atender segmentos diferentes do planejado. No próximo artigo seguiremos com o assunto abordando nichos de mercado e posicionamento da empresa.
Indique este artigo!
Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor especialista em e-commerce, palestrante e editor do site www.e-commerce.org.br.
Fonte: e-commerce.org.br
Tecnologia eCoopertec informando seus cooperados sempre!
O termo “Mercado” tem sua origem nos antigos locais na Idade Média onde compradores e vendedores se reuniam para trocar e comercializar produtos. Atualmente o termo pode ter significados distintos como “mercado financeiro” “mercado internacional” “mercado da soja” entre outros, indicando um conjunto de compradores e vendedores de um determinado produto.
Do ponto de vista do Marketing, um mercado representa o “conjunto de compradores reais e potencias de determinado produto”, ou seja, o mercado é composto por todas as pessoas dentro de um espaço geográfico que já consomem o produto que vamos oferecer, ou que podem vir a consumi-lo. Trazendo o conceito para a Internet, podemos considerar que o mercado global para o e-commerce é composto pelos internautas que já realizam compras ou que podem vir a fazê-lo, tendo em vista que possuem acesso a Internet. No caso brasileiro isso significa cerca de 50 milhões de internautas, o que, convenhamos, representa uma quantidade expressiva de consumidores.
Segmentação de Mercado.
Para a maioria dos empreendedores, todo o mercado é muito amplo, então deve-se definir com clareza o segmento de mercado em que se pretende atuar. Normalmente um mercado pode ser subdividido em diferentes grupos de consumidores que possuem características semelhantes. Existem diversas maneiras de segmentar o mercado, o quadro abaixo mostra algumas delas.
SEGMENTAÇÃO NO MERCADO – VAREJO (B2C)
DIVISÃO
VARIAVEIS
EXEMPLOS
GEOGRÁFICA
PAIS
REGIÃO
ESTADO
MUNICIPIO
Brasil
Sudeste, litoral.
São Paulo
Brasília
DEMOGRÁFICAS:
IDADE
SEXO
RAÇA
ESCOLARIDADE
RELIGIÃO
RENDA
PROFISSÃO, Área
18 a 35 anos
Feminino
Negra, Nipônica.
Graduação
Católica, Evangélica.
Acima de 10 SM
Médicos
PSICOGRÁFICA
CLASSE SOCIAL
PERSONALIDADE
“A” e “B”
Empreendedores
Note que a segmentação geralmente ocorre cruzando-se mais de uma variável, por exemplo: uma determinada loja virtual vende produtos de beleza direcionados às mulheres, brasileiras e de raça negra. Esse é o público que será o alvo de todo o esforço mercadológico da loja virtual. A definição clara de quem é o público-alvo é de fundamental importância para o sucesso do empreendimento e deve ser feita já na fase de planejamento. A partir dessa definição, toda a comunicação da loja virtual, a abordagem utilizada, o visual do site, os atributos dos produtos oferecidos, entre outras variáveis, deverão ser trabalhados tendo em vista o perfil do público que se pretende atingir, mesmo que posteriormente sejam necessários ajustes para atender segmentos diferentes do planejado. No próximo artigo seguiremos com o assunto abordando nichos de mercado e posicionamento da empresa.
Indique este artigo!
Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor especialista em e-commerce, palestrante e editor do site www.e-commerce.org.br.
Fonte: e-commerce.org.br
Tecnologia eCoopertec informando seus cooperados sempre!
Quatro dicas para identificar oportunidades de negócio
Dizem que as boas ideias estão por toda a parte. Eis o caminho para encontrá-las, segundo o consultor americano Clayton Christensen
Da Redação
É comum ouvirmos de consultores e empresários a máxima "as oportunidades estão em toda a parte". Mas onde? Como identificá-las? Não é fácil. A verdade é que, muitas vezes, só percebemos a boa ideia quando alguém já a transformou num produto ou serviço. Nosso pensamento imediato é: "Por que não pensei nisso antes?" Claro que não há fórmulas prontas para identificar oportunidades. Mas algumas dicas podem ajudar, como mostra Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de O Crescimento pela Inovação, entre outros títulos.
Faça perguntas
Para identificar uma oportunidade, pergunte-se: Quais são os problemas que o comprador está enfrentando? Isso inclui problemas emocionais, funcionais e também sociais. As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o dia-a-dia. Por isso, estude o comportamento delas e não espere que elas lhe digam o que precisam, pois muitas vezes não sabem do que precisam. Muita gente, por exemplo, usa o carro como escritório. Se observar, verá que essa é uma oportunidade. O motorista não diz que precisa de um carro-escritório, porque ele está acostumado a se virar com o que tem. Mas se alguém lançar um modelo no mercado, haverá comprador. Lembre-se, porém, de não inventar problemas para os consumidores – eles não vão mudar suas vidas só porque você lançou algo novo.
Procure o não-consumidor
Quando a Sony lançou o primeiro rádio transistor, em 1955, que funcionava a bateria, ela não mirou os compradores de rádio de mesa, produzido por gigantes da época, como a RCA. Ela pensou em conquistar aqueles que não compravam um rádio de mesa, os adolescentes. Acabou vendendo radinhos de pilha não só entre os jovens, mas também para o mundo inteiro.
Segmente de forma diferente
Não segmente mercados de forma tradicional, conforme tipos de produtos, faixa de preço ou faixa etária. Segmente o mercado de forma a refletir a realidade do consumidor e a tarefa que ele está tentando realizar. O ramo de milk-shakes é um exemplo. O consumo estava em queda no McDonald’s, mas as pesquisas não revelavam o porquê. Até que um grupo ficou observando o consumidor. Ele tomava milk-shake de manhã, no carro, a caminho do trabalho. E por que milk-shake? Porque era uma opção que ao mesmo tempo matava a fome, mas não derramava na roupa. Então, os concorrentes do milk-shake não eram as outras marcas de milk-shake, mas os lanches e pãezinhos que não soltavam migalhas.
Fique de olho nas restrições
Sempre que você vê um fator que restringe o consumo, pare e preste atenção, porque é aí que está a oportunidade de negócio. O tempo e a falta de dinheiro costumam ser dois fatores de restrição de consumo. Nos Estados Unidos, a rede Minute Clinic, de atendimento clínico rápido, nasceu justamente da constatação de que o atendimento médico em consultório era demorado. E caro. 80% dos casos de crianças doentes referem-se a gripes e resfriados, coisas simples de serem medicadas. Porém, para passar pelo médico, perdem-se horas. Por que não montar clínicas onde atendimentos simples são feitos rapidamente? Por que não fazê-los com enfermeiras, em vez de médicos, que resultam num atendimento bem mais barato? Em vários estados americanos, as enfermeiras estão autorizadas a prescrever medicamentos para coisas simples como dor de cabeça e febre. As consultas no Minute Clinic custam US$ 39, contra a média de US$ 150 dos médicos, e tomam 15 minutos de tempo do doente. E mais uma conveniência: ficam sempre bem próximas de uma farmácia.
Fonte: Revista PEGN
Tecnologia eCooopertec informando seus cooperados!
Da Redação
É comum ouvirmos de consultores e empresários a máxima "as oportunidades estão em toda a parte". Mas onde? Como identificá-las? Não é fácil. A verdade é que, muitas vezes, só percebemos a boa ideia quando alguém já a transformou num produto ou serviço. Nosso pensamento imediato é: "Por que não pensei nisso antes?" Claro que não há fórmulas prontas para identificar oportunidades. Mas algumas dicas podem ajudar, como mostra Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de O Crescimento pela Inovação, entre outros títulos.
Faça perguntas
Para identificar uma oportunidade, pergunte-se: Quais são os problemas que o comprador está enfrentando? Isso inclui problemas emocionais, funcionais e também sociais. As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o dia-a-dia. Por isso, estude o comportamento delas e não espere que elas lhe digam o que precisam, pois muitas vezes não sabem do que precisam. Muita gente, por exemplo, usa o carro como escritório. Se observar, verá que essa é uma oportunidade. O motorista não diz que precisa de um carro-escritório, porque ele está acostumado a se virar com o que tem. Mas se alguém lançar um modelo no mercado, haverá comprador. Lembre-se, porém, de não inventar problemas para os consumidores – eles não vão mudar suas vidas só porque você lançou algo novo.
Procure o não-consumidor
Quando a Sony lançou o primeiro rádio transistor, em 1955, que funcionava a bateria, ela não mirou os compradores de rádio de mesa, produzido por gigantes da época, como a RCA. Ela pensou em conquistar aqueles que não compravam um rádio de mesa, os adolescentes. Acabou vendendo radinhos de pilha não só entre os jovens, mas também para o mundo inteiro.
Segmente de forma diferente
Não segmente mercados de forma tradicional, conforme tipos de produtos, faixa de preço ou faixa etária. Segmente o mercado de forma a refletir a realidade do consumidor e a tarefa que ele está tentando realizar. O ramo de milk-shakes é um exemplo. O consumo estava em queda no McDonald’s, mas as pesquisas não revelavam o porquê. Até que um grupo ficou observando o consumidor. Ele tomava milk-shake de manhã, no carro, a caminho do trabalho. E por que milk-shake? Porque era uma opção que ao mesmo tempo matava a fome, mas não derramava na roupa. Então, os concorrentes do milk-shake não eram as outras marcas de milk-shake, mas os lanches e pãezinhos que não soltavam migalhas.
Fique de olho nas restrições
Sempre que você vê um fator que restringe o consumo, pare e preste atenção, porque é aí que está a oportunidade de negócio. O tempo e a falta de dinheiro costumam ser dois fatores de restrição de consumo. Nos Estados Unidos, a rede Minute Clinic, de atendimento clínico rápido, nasceu justamente da constatação de que o atendimento médico em consultório era demorado. E caro. 80% dos casos de crianças doentes referem-se a gripes e resfriados, coisas simples de serem medicadas. Porém, para passar pelo médico, perdem-se horas. Por que não montar clínicas onde atendimentos simples são feitos rapidamente? Por que não fazê-los com enfermeiras, em vez de médicos, que resultam num atendimento bem mais barato? Em vários estados americanos, as enfermeiras estão autorizadas a prescrever medicamentos para coisas simples como dor de cabeça e febre. As consultas no Minute Clinic custam US$ 39, contra a média de US$ 150 dos médicos, e tomam 15 minutos de tempo do doente. E mais uma conveniência: ficam sempre bem próximas de uma farmácia.
Fonte: Revista PEGN
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